Escreva os distratores a partir das suas próprias correções
Um distrator inventado a caminho da aula não diagnostica nada. As opções erradas úteis são os erros que a turma do ano passado realmente cometeu, escritos com as palavras deles, para que a contagem em cada uma nomeie o equívoco.
Pergunte duas vezes, com dois minutos de discussão no meio
Quando uma pergunta diagnóstica divide a sala, não dê a resposta. Mostre a divisão, peça que defendam a escolha para quem está ao lado, e rode a mesma pergunta de novo. O movimento entre os dois gráficos é a evidência de que a conversa funcionou.
Pontue a recuperação, deixe o diagnóstico sem pontuação
Use o tipo quiz onde você quer esforço e um pouco de ritmo, e múltipla escolha simples onde você quer a verdade. No instante em que uma resposta é marcada certa ou errada, parte da turma começa a adivinhar sua intenção em vez de relatar a própria.
Mantenha isto fora do diário de notas
Não há login, não há nome numa resposta e nada verificando quem está com o celular. Isso é deliberado, e é exatamente por isso que os alunos respondem com sinceridade — mas significa que estes resultados são evidência sobre a turma, nunca registro sobre um aluno.
Faça alguma coisa antes do sinal
Uma checagem que não muda nada nos dez minutos seguintes treina a turma a responder de qualquer jeito. Reensine o ponto da divisão, ou diga em voz alta o que você vai mudar na próxima aula por causa dela.